MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - Assis Chateaubriand
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Tomie Ohtake, Composição, 1978. doação da artista, 1979, acervo MASP, foto Eduardo Ortega
Tomie Ohtake, Composição, 1978. doação da artista, 1979, acervo MASP, foto Eduardo Ortega

TOMIE OHTAKE

A trajetória de Tomie Ohtake tem um quê de extraordinário. Como é possível uma mulher estrangeira, desprovida de grandes recursos financeiros, começar já perto dos quarenta anos, depois de criar seus dois filhos, a construir uma obra monumental, um “país”, parafraseando Júlio Cortázar que, ao escrever sobre a obra do belga Pierre Alechinsky, deu ao seu texto o título “Um país chamado Alechinsky”; um país, dizia, tão imponente quanto os “países” de Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade, Dorival Caymmi e Tom Jobim, Tarsila do Amaral, Lygia Clark e Volpi, entre outros tão belos, tão fecundos, tão atormentados?

PALESTRANTE

Agnaldo Farias é professor da FAUUSP e Curador Geral do Museu Oscar Niemeyer, Curitiba. Foi Curador Geral do Instituto Tomie Ohtake (2000/2012) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000), e de exposições temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992).

Foi Curador Geral da 29a Bienal de São Paulo (2010), da Representação Brasileira da 25ª Bienal de São Paulo (1992) e Curador Adjunto da 23ª Bienal de São Paulo (1996). Também foi Curador Internacional da 11a Bienal de Cuenca, Equador (2011) e do Pavilhão Brasileiro da 54a edição da Bienal de Veneza (2011).

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