MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - Assis Chateaubriand
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Wanda Pimentel, Série Envolvimento, 1968 Coleção Hecilda e Sérgio Fadel, Rio de Janeiro Crédito: Marco Terranova

WANDA PIMENTEL
ENVOLVIMENTOS
Período:
18.05.2017 a 17.9.2017

Esta mostra reúne, pela primeira vez, um conjunto de 27 pinturas da série Envolvimento, produção que marca o início da carreira de Wanda Pimentel (Rio de Janeiro,1943), e que permanece uma das mais emblemáticas da artista. O foco desta exposição é o período mais produtivo de Pimentel em torno dos Envolvimentos, entre?1968 e?1969, embora a série chegue até 1984.




Miguel Rio Branco, sem título, da série Maciel, 1979, fotografia, coleção do artista

MIGUEL RIO BRANCO
NADA LEVAREI QUNDO MORRER
Período:
30.6.2017 a 1.10.2017

O MASP apresenta, Miguel Rio Branco: nada levarei qundo morrer, segunda exposição de Miguel Rio Branco (Las Palmas, Espanha, 1946) no Museu, quase 40 anos após sua primeira individual, Negativo Sujo, em 1978. Até 1 de outubro, a mostra exibe uma seleção de 61 fotografias da famosa série Maciel, realizada no bairro homônimo, na região do Pelourinho, em Salvador, que o artista frequentou durante seis meses, em 1979.




Henri de Toulouse-Lautrec O divã [The Divan], circa 1893, Compra [Purchase], 1958

TOULOUSE-LAUTREC
EM VERMELHO
Período:
30.6.2017 a 1.10.2017

Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) foi um dos artistas europeus mais importantes da virada do século 19 para o século 20, momento decisivo para a arte moderna e palco para as transformações políticas, econômicas e sociais que até hoje marcam a vida nas cidades. O MASP apresenta a mais ampla exposição dedicada ao artista no Brasil, abarcando toda a sua produção, desde os primeiros anos, na década de 1880, até o fim de sua vida, e reunindo 75 obras e 50 documentos. Toulouse-Lautrec em vermelho faz alusão ao salão de entrada de uma luxuosa maison close parisiense, que o artista frequentou nos anos 1890 e onde criou uma relação de amizade com as mulheres que ali trabalhavam. Extrapolando os interiores do salão vermelho, a exposição traz uma profusão de personagens burgueses, boêmios, trabalhadores, dançarinas e artistas que conviviam em Paris e que fizeram parte do círculo afetivo e artístico de Toulouse-Lautrec.




Tracey Moffatt, OTHER, 2009, em colaboração com Gary Hillberg, cortesia da artista e da Roslyn Oxley9 Gallery, Sydney

TRACEY MOFFATT
MONTAGENS
Período:
30.6.2017 a 1.10.2017

A australiana Tracey Moffatt (Brisbane, 1960) realizou a série Montages ao longo de uma década, de 1999 a 2015, com a colaboração do editor Gary Hillberg. A série compreende um total de oito vídeos, que criam novas narrativas a partir de cenas de filmes comerciais, muitos hollywoodianos, mas também clássicos do cinema mundial. Nos três vídeos exibidos no MASP, Moffatt lida com estereótipos e personagens arquetípicos do inconsciente coletivo ocidental, tratando de questões de raça, gênero e alteridade.




Teresinha Soares, Morra usando as legítimas alpargatas (da série Vietnã), 1968, Coleção da artista, Belo Horizonte

TERESINHA SOARES
QUEM TEM MEDO DE TERESINHA SOARES?
Período:
27.4.2017 a 6.8.2017

Essa será sua primeira retrospectiva em um museu, tanto no Brasil quanto no exterior, e sua primeira grande individual em mais de 40 anos. Com um enfoque no curto, porém intenso, período produtivo da artista, entre 1965 e 1976, a mostra reunirá cerca de 50 obras, entre pinturas, relevos, caixas-objeto, serigrafias, desenhos, livros de artista e uma instalação de grande formato. A exposição apresentará também vasta documentação sob a forma de fotografias, vídeos e recortes de jornais relativos às performances pioneiras de Soares.




Vista da pinacoteca do MASP em dezembro de 2015, foto Eduardo Ortega

ACERVO EM TRANSFORMAÇÃO
A COLEÇÃO DO MASP DE VOLTA AOS CAVALETES DE CRISTAL DE LINA BO BARDI
Período:
A partir de 11.12.2015

A volta dos radicais cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi à exposição do acervo apresenta uma seleção de 119 obras provenientes de diversas coleções do museu, abrangendo um arco temporal que vai do século 4 a.C. a 2008. Os cavaletes tiveram sua estreia na abertura da atual sede do museu em 1968 e foram removidos em 1996.