MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - Assis Chateaubriand
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Pedro Correia de Araújo, Pureza, 1938, Coleção Sandra Penna, Crédito: Jorge Bastos

PEDRO CORREIA DE ARAÚJO
PEDRO CORREIA DE ARAÚJO: ERÓTICA
Período:
24.8.2017 a 18.11.2017

A partir do dia 24 de agosto, o MASP apresenta Pedro Correia de Araújo: Erótica, monográfica que reúne 66 obras do artista pernambucano Pedro Correia de Araújo (Paris, 1881 - Rio de Janeiro, 1955), divididas em quatro grandes núcleos representativos de sua produção: nus, danças, retratos e a chamada Série Erótica. A exposição assume como mote a sensualidade latente que atravessa suas obras da fase brasileira (1929-1955), ressaltando, porém, a presença do erotismo não apenas nos nus ou na série de desenhos sexualmente mais explícitos, mas também, e especialmente, nas representações de danças brasileiras, como o jongo, e retratos femininos de caboclas, índias, e negras. Pedro Correia de Araújo: Erótica tem curadoria de Fernando Oliva, curador do MASP.




Guerrilla Girls no Abrons Art Center, em Nova York, 2015

GUERRILLA GIRLS
GUERRILLA GIRLS: GRÁFICA, 1985-2017
Período:
29.9.2017 a 14.2.2018

Are you ready for the Guerrilla Girls? Vocês estão prontos para as Guerilla Girls? Com essa pergunta, o coletivo de artistas feministas aceitou o convite de Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP, e Camila Bechelany, curadora-assistente do MASP, para realizarem sua primeira individual no Brasil. A partir de 28 de setembro, as Guerrilla Girls apresentarão uma retrospectiva com mais de 100 de seus icônicos cartazes, produzidos em cerca de 30 anos de carreira, além de uma performance, que ocorrerá no dia seguinte, com quatro das atuais integrantes do coletivo.




Vista da pinacoteca do MASP em dezembro de 2015, foto Eduardo Ortega

ACERVO EM TRANSFORMAÇÃO
A COLEÇÃO DO MASP DE VOLTA AOS CAVALETES DE CRISTAL DE LINA BO BARDI
Período:
A partir de 11.12.2015

A volta dos radicais cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi à exposição do acervo apresenta uma seleção de 119 obras provenientes de diversas coleções do museu, abrangendo um arco temporal que vai do século 4 a.C. a 2008. Os cavaletes tiveram sua estreia na abertura da atual sede do museu em 1968 e foram removidos em 1996.