MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - Assis Chateaubriand
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DO CORAÇÃO DA ÁFRICA - Arte Iorubá Coleção Robilotta MASP, a partir de 11/7.

COLEÇÃO ROBILOTTA - ACERVO MASP
DO CORAÇÃO DA ÁFRICA - ARTE IORUBÁ
Período:
A partir de 11 de julho de 2014 (Acervo MASP)

Com 49 peças da arte extraídas da coleção Robilotta, doada este ano ao MASP, exposição inédita traz a arte do mundo dos sentidos e dos orixás, expressão da cultura iorubá.




CIDADES INVISÍVEIS inclui fotos feitas entre 1933 e a atualidade, de autoria de 50 dos mais destacados nomes na Coleção Pirelli MASP.

ACERVO MASP - FOTOGRAFIAS
CIDADES INVISÍVEIS
Período:
A partir de 13 de junho de 2014, sem previsão de encerramento (Acervo MASP).

O MASP exibe inédito recorte curatorial sobre a coleção de fotos do museu em mostra com 70 obras de 50 dos principais fotógrafos brasileiros nos últimos 80 anos. Em Cidades Invisíveis, com curadoria de Teixeira Coelho, a maioria dos trabalhos pertence à coleção Pirelli MASP. Foram selecionadas obras de artistas como Thomas Farkas, Pierre Verger, Geraldo de Barros, Odires Mlászho, Miguel Rio Branco, João Musa, Cassio Vasconcelos, Bob Wolfenson e Ricardo Barcelos.




A exposição CANDIDO PORTINARI, SÉRIES BÍBLICA E RETIRANTES, exibe 11 telas de grandes dimensões presentes no Acervo MASP.

CANDIDO PORTINARI
SÉRIES BÍBLICA E RETIRANTES
Período:
A partir de 21 de junho de 2014 (Longa duração, acervo MASP)

A série Bíblica completa, com oito obras, ao lado de três das cinco obras da série Retirantes passam a ser exibidas agora num espaço de grandes proporções, no 2º Subsolo. O conjunto abrange o período em que a denúncia social marcou a pintura de Candido Portinari, que reflete a situação brasileira a reboque das calamidades da guerra, que sensibilizaram tantos pintores europeus.




A INUSITADA COLEÇÃO DE SYLVIO PERLSTEIN no MASP, a partir de 6 de junho.

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA
A INUSITADA COLEÇÃO DE SYLVIO PERLSTEIN
Período:
6 de junho a 10 de agosto de 2014

Exposição com 150 obras da coleção particular do colecionador, o belga-brasileiro Sylvio Perlstein. Inclui trabalhos de artistas marcantes da arte no século XX como Dalí, Duchamp, Man Ray, Kandinsky, Cartier-Bresson, Fontana, Lichtenstein, Tunga e Warhol.




PASSAGENS POR PARIS Exposição com 51 obras-primas criadas entre 1866 e 1948 por Manet, Degas, Cézanne, Gauguin, Matisse, Renoir, Toulouse-Lautrec, Van Gogh, Picasso, Modigliani, Portinari...

EXPOSIÇÃO DO ACERVO MASP
PASSAGENS POR PARIS - ARTE MODERNA NA CAPITAL DO SÉCULO XIX
Período:
Desde 07 de dezembro de 2013. Sem previsão de encerramento, Acervo MASP

Passagens por Paris propõe um passeio pela arte moderna, com obras feitas entre 1866 e 1948 por artistas icônicos do período: Manet, Degas, Cézanne, Gauguin, Van Gogh, Matisse, Renoir, Toulouse-Lautrec, Picasso, Modigliani, Portinari, Rego Monteiro... Todos os aqui incluídos viveram, produziram, passaram por Paris. A exposição dá aos visitantes a oportunidade de apreciar algumas das obras mais representativas desse período.




O TRIUNFO DO DETALHE (E DEPOIS, NADA) Mostra de acervo do MASP com 60 obras de grandes artistas dos últimos cinco séculos.

EXPOSIÇÃO DO ACERVO MASP
O TRIUNFO DO DETALHE (E DEPOIS, NADA)
Período:
Desde 1 de novembro de 2013. Sem previsão de encerramento, Acervo MASP

Uma flor, um relógio sobre a mesa, um sorriso... No detalhe de uma obra-prima, o artista revela seu valor maior e constrói narrativas que permitem ao espectador apreciar a obra e seu conjunto, tal como ela se mostra no arco do tempo de sua existência. O Triunfo do Detalhe (e depois, nada) permite uma nova visão sobre 60 obras já consagradas do acervo do Museu.




DEUSES E MADONAS - A ARTE DO SAGRADO apresenta o universo do sagrado na cultura ocidental através de 40 obras de mestres dos séculos 14 ao 19.

EXPOSIÇÃO DO ACERVO MASP
DEUSES E MADONAS - A ARTE DO SAGRADO
Período:
Desde 15 de outubro de 2010. Sem previsão de encerramento, Acervo MASP

Com 40 obras de mestres dos séculos 14 ao 19, Deuses e Madonas - A Arte do Sagrado apresenta o universo do sagrado na cultura ocidental e mostra pela 1ª vez depois de restaurada na França a obra-prima São Jerônimo Penitente no Deserto (1451), de Andrea Mantegna.