MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - Assis Chateaubriand
2017
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Teresinha Soares, Morra usando as legítimas alpargatas (da série Vietnã), 1968, Coleção da artista, Belo Horizonte

TERESINHA SOARES
QUEM TEM MEDO DE TERESINHA SOARES?
Período:
27.4.2017 a 6.8.2017

Essa será sua primeira retrospectiva em um museu, tanto no Brasil quanto no exterior, e sua primeira grande individual em mais de 40 anos. Com um enfoque no curto, porém intenso, período produtivo da artista, entre 1965 e 1976, a mostra reunirá cerca de 50 obras, entre pinturas, relevos, caixas-objeto, serigrafias, desenhos, livros de artista e uma instalação de grande formato. A exposição apresentará também vasta documentação sob a forma de fotografias, vídeos e recortes de jornais relativos às performances pioneiras de Soares.




Fotografia da implosão do edifício Mendes Caldeira, em novembro de 1975, que integrou a exposição A Grande São Paulo, realizada no MASP em 1976. Foto: Márcio Kerr Martins

ACERVO MASP
ARQUIVO NO TRIANON-MASP: AVENIDA PAULISTA
Período:
17.02.2017 a 28.04.2017

Em sua quarta edição, o programa Arquivo no Trianon-Masp exibe duas imagens históricas, pertencentes ao Centro de Documentação do MASP, que integraram a exposição A Grande São Paulo, realizada no museu em 1976




Mauro Restiffe, Avenida Paulista #6, Três Marias, detalhe, 2017, cortesia do artista


AVENIDA PAULISTA
Período:
17.02.2017 a 28.05.2017

Com esta exposição, o MASP volta a atenção para seu entorno, compreendendo a avenida Paulista não apenas como local onde o Museu está inserido, mas também como objeto de consideração e reflexão. Trata-se de uma atenção significativa no contexto dos 70 anos do Museu (inaugurado em 1947 num edifício da rua 7 de Abril no centro de São Paulo e transferido para este edifício em 1968): a mostra representa um olhar para este local icônico da cidade, que é ao mesmo tempo cartão-postal e palco de embates e disputas de muitas ordens.




Agostinho Batista de Freitas, Circo Piolim no vão do MASP, 1972, acervo MASP, doação Marta e Paulo Kuczynski, 2016

AGOSTINHO BATISTA DE FREITAS
AGOSTINHO BATISTA DE FREITAS, SÃO PAULO
Período:
10.12.2016 a 09.04.2017

Esta exposição reúne 74 pinturas realizadas entre as décadas de 1950 e 1990, incluindo cinco telas recentemente doadas ao acervo do MASP, fazendo com que, pela primeira vez, a obra de Agostinho Batista de Freitas (1927--1997) esteja presente na coleção do Museu, corrigindo uma lacuna histórica.






JONATHAS DE ANDRADE
CONVOCATÓRIA PARA UM MOBILIÁRIO BRASILEIRO
Período:
2.9.2016 a 29.1.2017

Está aberta uma chamada nacional para envio de móveis brasileiros. Criações inventivas, planejamentos delicados ou brutos, onde se enxerguem esmero e funcionalidade para uso cotidiano, doméstico, profissional ou usos do poder.




Lygia Pape, A mão do povo, 1975

LYGIA PAPE
A MÃO DO POVO
Período:
2.9.2016 a 22.1.2017

No contexto de A mão do povo brasileiro, 1969/2016 o MASP apresenta um breve documentário de Lygia Papeintitulado A mão do povo. Realizado em 1974, o filme aborda o desaparecimento das tradições artesanais populares, uma preocupação presente também na mostra original de 1969.




Vista da exposição A mão do povo brasileiro 1969/2016, MASP 2016, foto, Eduardo Ortega.


A MÃO DO POVO BRASILEIRO, 1969/2016
Período:
2.9.2016 a 22.1.2017

A mão do povo brasileiro foi a mostra temporária inaugural do MASP na avenida Paulista em 1969, apresentando um vasto panorama da rica cultura material do Brasil cerca de mil objetos, incluindo carrancas, ex-votos, tecidos, roupas, móveis, ferramentas, utensílios, maquinários, instrumentos musicais, adornos, brinquedos, objetos religiosos, pinturas e esculturas. A mostra, concebida por Lina Bo Bardi com o diretor do museu, Pietro Maria Bardi, o cineasta Glauber Rocha e o diretor de teatro Martim Gonçalves, era um desdobramento de outras mostras organizadas pela arquiteta do MASP em São Paulo (1959), Salvador (1963) e Roma (1965), onde foi fechada por ordem do governo militar brasileiro, suscitando o artigo do arquiteto Bruno Zevi intitulado L?arte dei poveri fa paura ai generali.




Thiago Honório, Trabalho, 2013/2016, doação do artista, foto Edouard Fraipont

THIAGO HONÓRIO
TRABALHO
Período:
12.8.2016 a 29.1.2017

Trabalho (2013/16) surge a partir de um jogo de relações - profissionais, pessoais e afetivas - entre Thiago Honório e um grupo de trabalhadores da construção civil. O artista negociou com pedreiros e mestres de obras a troca ou doação de seus instrumentos ou suas ferramentas de trabalho, que agora compõem esta instalação. São pás, talhadeiras, escadas, picaretas, enxadas, marretas, desempoladeiras, serrotes, foices roçadeiras, rolos, pincéis, espátulas, entre outros, que foram utilizados no restauro de uma antiga estação de fornecimento de energia da empresa Light, um edifício da década de 1920 na praça da Bandeira, centro de São Paulo, transformado no centro cultural Red Bull Station.