ÓPERA PORTÁTIL DE REPERTÓRIO
Criado em 2005, este grupo de experientes artistas do meio musical e teatral tenciona levar ao público, de forma tradicional e encenada, óperas de curta duração e de roteiro agradável. Em um contexto de aproximação por meio de comicidade fina, o grupo Ópera Portátil de Repertório têm a missão de formar platéias e também dar oportunidade ao público de conhecer óperas que marcaram época. Para esta temporada, o grupo apresenta a ópera Rita, de Gaetano Donizetti.O espetáculo tem em seu elenco a soprano Jamile Evaristo, no papel de Rita; o tenor Ossiandro Brito, no de Beppe; o baixo Paulo Menegon interpretando Gasparo; Wesley Lacerda na direção musical; e Pablo Moreira na direção cênica.
Jamile Evaristo iniciou, aos oito anos de idade, seus estudos musicais em teoria musical e flauta doce. Desde 2001 participa de recitais de câmara e ópera, fazendo parte de seu repertório obras de Handel, Vivaldi, Haydn, Mozart, Donizetti, entre outros compositores. Participou do 36° e 37º Festival de Inverno de Campos do Jordão (2005 e 2006). É formada em Bacharelado em Canto pela Uni FAAM - Faculdades de Artes Alcântara Machado (de 2000 a 2003).
Paulo Menegon é bacharel em Canto e Piano pela FASM - Faculdade de Artes Santa Marcelina. É cantor do Teatro Municipal de São Paulo e, como solista, atuou junto a diversas orquestras, destacando a Orquestra Sinfônica Municipal sob a regência dos maestros Isaac Karabtchevsky, Mara Campos e Gil Jardim, em papéis e títulos variados em sua multiversatilidade. Interpretou o Conde di Ceprano na ópera Rigoletto, Caronte e Spiritu na ópera Orfeo, de Monteverdi e participou do Magnificat, de Bach. Além desses espetáculos, destaca-se sua participação em O Messias, de Händel, Missa de Coroação e Réquiem, de Mozart e o Stabat Mater, de Rossini. É orientador vocal do Coral da Pontifícia Universidade Católica - PUC. Também ministrou cursos na área de Técnica Vocal e Canto Coral pelo Movimento Coral do Estado de São Paulo.
O tenor Ossiandro Britto é graduado em Canto pela Faculdade de Artes Alcântara Machado (FAAM). Apresentou-se como solista nos seguintes trabalhos: peças sacras - Missa Teresa de Haydn, Oratório de Natal de Bach e Cantata de Natal de Amaral Vieira, além das óperas ‘O Mikado’, de A.Sullivan, ‘A Flauta Mágica’, de W.A.Mozart, ‘Tempestade’, de R. Miranda, e ‘Rita’, de G.Donizetti. Durante sua formação acadêmica, esteve sob a orientação de Carmo Barbosa. Atualmente, é orientado por Marina e Carmen Monarcha.
O paulistano Wesley Lacerda é graduado em piano pelo curso Técnico de Música do Instituto Metodista Educacional de Ribeirão Preto. Em 1993 ingressou no Instituto de Artes da Unesp – Universidade Estadual Paulista, recebendo o título de Bacharel em Música (piano), tendo desenvolvido, também, repertório camerístico (piano e canto). Desde 1995 tem se apresentado regularmente no Teatro Municipal de São Paulo, dentro da série “Vesperais Líricas”, acompanhando cantores de renome dentro do cenário operístico paulistano. Tem participado de apresentações em diversas salas de concerto em São Paulo, como: Sala da Funarte, MUBE, Capela do Pátio do Colégio, entre outras salas. Desde 1995 é pianista acompanhador nas aulas de Carmo Barbosa.
O diretor teatral Pablo Moreira coordena a Escola de Atores do TUCA. É também Professor da PUC-SP e realizou os cursos de pós-graduação na ECA - Escola de Comunicações e Artes da USP. Desenvolve trabalhos em moda, como professor de análise da imagem, criador de figurinos e ilustrador gráfico. Como diretor teatral, destacam-se os espetáculos: Morte e Vida Severina, baseado no livro homônimo de João Cabral de Melo Neto; Espetáculo de Poesia; O Famigerado, conto de Guimarães Rosa; Lendo Brecht; Tuca – Passado e Futuro; e As Vinte Mil Léguas Submarinas, do escritor francês Júlio Verne.
Sinopse da ópera “Rita”, de G. Donizetti
A ópera Rita conta a história de uma esposa e seus dois maridos. Rita, dona de uma hospedaria, maltrata Beppe, seu segundo marido. De repente, criando tumulto na vida do casal, surge o primeiro marido, Gasparo, que era dado como morto devido ao naufrágio de um navio. Na realidade, Gasparo tinha fugido para o Canadá, acreditando que Rita havia morrido no incêndio ocorrido na aldeia onde vivia.
Como se constata, ambos conseguiram sobreviver. Gasparo retorna apenas para obter a sua certidão de óbito, para que ele possa casar novamente com uma canadense. Beppe percebe que Gasparo é o marido legítimo e vê a oportunidade para se livrar de Rita - por sofrer de tanto apanhar dela. Gasparo tenta fugir, mas Beppe consegue detê-lo.
Beppe propõe a Gasparo decidir no jogo quem ficará com as esposa. Ambos tentam se livrar da mulher, empurrando-a um para o outro. Ambos tentam perder mas Gasparo é o vencedor.
Pelo trauma de sempre apanhar de Gasparo, Rita se recusa a voltar a ser sua esposa. Fingindo ter perdido o costume de bater, Gasparo busca obter a licença do casamento com Rita para rasgar tal documento e partir de volta ao Canadá. E para garantir seu feito de se livrar da esposa, Gasparo ainda induz Beppe a declarar seu amor e sua intenção de ser o único e verdadeiro marido de Rita.
O que resta para o desfecho da ópera é: Será que Gasparo atingirá o seu objetivo conseguindo reconciliar o casal Rita e Beppe?
DIA 17 DE ABRIL DE 2009, às 21horas
Grande Auditório
Ingressos a R$ 60,00 e R$ 30,00 (estudantes e Idosos)
CONCERTO INTERNACIONAL NO MASP Chopin Chamber Orchestra
Boguslaw Dawidow Regente e Diretor Musical.
A Chopin Chamber Orchestra foi formada no início dos anos 80, na Cracóvia, Polônia. O intuito de seu fundador, o maestro Boguslaw Dawidow, era criar um grupo de excelência para executar repertórios camerísticos de compositores contemporâneos, bem como a música barroca, clássica e romântica. Composta por 15 músicos, seus integrantes fazem parte da Opole Philharmonic Symphony Orchestra, uma das principais orquestras da Polônia. O grupo já se apresentou ao lado de grandes músicos, como os pianistas Waldemar Malicki e Didier Puntos, os clarinetistas Jean Michel Bertelli e Peter Klaus Löffler, o violoncelista Tomasz Wyroba e os violinistas Peter e Andrzej Krawiec.A orquestra de câmara é reverenciada por inovadoras e excepcionais interpretações de obras como, Sinfonia nº 104 em Ré maior, de Haydn; Sinfonia n° 1 em Dó maior op 21, de Beethoven; Overture Na Italian in Algiers, de Rossini; entre outras obras de Penderecki, Britten, Bacewicz e Schoenberg. O grupo possui diversas gravações e já se apresentou na Áustria, Alemanha, França, Itália, Espanha, Estados Unidos e Rússia.
Boguslaw Dawidow, Criador, diretor artístico e regente da Chopin Chamber Orchestra, Boguslaw Dawidow nasceu em Sopot, na Polônia, e estudou regência com Bohdan Wodiczko e Krzysztof Missona. Aprofundou seus estudos na Áustria e Itália. Trabalha regulamente ao lado de várias orquestras de câmara em todo o mundo, dentre elas, a Philadelphia Virtuosi Chamber Orchestra, na qual, desde 1998, é o principal regente convidado. Entre 1991 e 1995 foi regente da conceituada Wojciech Rajski’s Polish Chamber Orchestra (Polônia). E entre 1994 a 2002 foi diretor artístico e maestro da National Academic Symphony Orchestra. É também, desde 1999, diretor geral e artístico da Opole Philharmonic Symphony Orchestra (Polônia).
DIA 26 DE ABRIL DE 2009, às 16 horas
Grande Auditório
Ingressos a R$ 8,00 e R$ 4,00 (estudantes e Idosos)
ORQUESTRA DE CÂMARA DA USP – OCAM
Direção Artística GIL JARDIM
Regência OLIVIER TONIOLIVIER TONI
Foi discípulo de Mario Rossini, Martin Braunwieser, H.J. Koeullreuter e Camargo Guarnieri. Entre as orquestras que dirigiu está a “Berliner Kammerorchester” com o Coral da Universidade de Humboldt, a Orquestra de Câmara da Costa Rica (1992) e a Orquestra Sinfônica Nacional de Cuba (1997). Compositor, teve a obra “Três Variações para Orquestra” executada pela Orquestra Sinfônica de Bochum, na Alemanha, em 1963 e a estréia da obra “Canção de Amigo”, que foi agraciada com o segundo prêmio do Concurso Nacional de Composição (Funarte-1980), em Berlim, em 1990. Maestro e compositor fundamental na história da música brasileira e de São Paulo, participou da formação de diversos e renomados intérpretes, musicólogos e compositores brasileiros como Gilberto Mendes, Willy Corrêa de Oliveira, Mario Ficarelli e Rogério Duprat, entre outros. Fundou a Orquestra Sinfônica Jovem Municipal (1968) e a Escola Municipal de Música (1969), ambas em São Paulo. Fundou também o Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde é professor titular desde 1970 e em 2001 recebeu o título de “Professor Emérito”.Fundou, ainda, a Orquestra de Câmara de São Paulo (1956), a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (1972) e a Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo - OCAM (1995).
DIA 28 DE ABRIL DE 2009, ÀS 12:30 HORAS
Grande Auditório
Entrada Gratuita
O Quinteto PropagaSom é formado por cinco monitores da Orquestra Experimental de Repertório.O premiado flautista Marcos Kiehl iniciou seus estudos de música na Escola de Música de Piracicaba. Em 1980, foi solista da Orquestra suíça Des Jeunes de Fribourg, durante sua turnê pelo Brasil, sob a regência do maestro Theo Kapsopoulos. Em 1986, foi aperfeiçoar-se nos Estados Unidos, com Ransom Wilson, na Manhattan School of Music de Nova York, onde concluiu Bacharelado e Mestrado. Ainda em Nova York, esteve sob orientação de Keith Underwood, com quem realizou intenso trabalho de aperfeiçoamento técnico no instrumento. Atualmente, Kiehl é um dos mais ativos flautistas e professores do Brasil, tendo lecionado nos principais festivais e em inúmeros cursos de férias. Também se apresenta como solista de importantes orquestras do país. Além de monitor de flauta da Orquestra Experimental de Repertório, é professor de flauta na Universidade Livre de Música, Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU).Natural de Rio Claro, Talita Capra iniciou seus estudos musicais em oboé com Rodrigo Muller, em 1991. Foi orientada por grandes nomes, como: Carlos Carvalho (Unicamp), Luis Carlos Justi (UniRio), Paulo Barreto e Arcádio Minczuck (Unesp). Participou de diversos cursos, festivais e masterlasses. Foi primeira oboísta das orquestras: Sinfônica de Americana, Sinfônica de Ribeirão Preto e Filarmônica de Manaus. Entre 2001 e 2004, atuou como convidada da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente, é monitora de oboé da Orquestra Experimental de Repertório.O clarinetista Alexandre Travassos iniciou seus estudos na Escola Municipal de Música, em São Paulo, com Rafael Caro. Em seguida, ingressou na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), orientado por Leonardo Righi. Estudou também na Universidade Livre de Música, onde se aperfeiçoou com Sérgio Burgani e Otinilo Pacheco. Exerce intensa carreira como compositor, com obras premiadas em diversas ocasiões. Atualmente, é monitor de clarinete da Orquestra Experimental de Repertório e membro da Banda Sinfônica do Estado.José Eduardo Flores iniciou seus estudos de fagote na Escola Municipal de Música de São Paulo, sob a orientação de Gustav Bush. Em 1987, participou do Festival de Verão da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, aperfeiçoando-se com Sidney Rosenberg. Entre 1984 e 1986, foi primeiro fagote da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, para a qual retornou em 1990. De 1994 a 1996, foi assistente de primeiro fagote da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Atuou como professor em diversos cursos de férias, como os de Tatuí e de Brasília. Desde 1997, é monitor do naipe de fagotes da Orquestra Experimental de Repertório.Wesley de Lima iniciou seus estudos musicais em 1989, na Universidade Livre de Música, em São Paulo. Fez prática instrumental com os professores Ozéas Arantes e Mário Rocha. Entre 1990 e 1994, estudou na Fundação das Artes de São Caetano. Participou de diversos festivais em Campos do Jordão e de masterlasses com Herman Bauman. Atualmente, é monitor do naipe de trompas da Orquestra Experimental de Repertório, integra a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica de Santo André.