28ª Semana Gandhi em adesão ao Dia Internacional da Não-Violência
Grande Auditório, entrada gratuita
Informações adicionais: Palas Athena, telefone 11 – 3266-6188
Abertura:
Meeta Ravindra e instrumentistas
João Signorelli – fragmentos do monólogo “Gandhi, um líder servidor”
Mesa temática:
Por que Gandhi? E, por que hoje?
Participantes:
Dr. Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho
Secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Dr. Walter Feldman
Secretário Municipal de Esportes, Lazer e Recreação
Tenente Coronel Sanches Verardino
Subdiretor da Diretoria de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar do Estado de São Paulo
Dr. José Gregori
Secretário Municipal de Direitos Humanos
Palestra magna:
O legado vivo do Mahatma
Dr. B. S. Prakash
Embaixador da Índia no Brasil
Haverá tradução simultânea para o português
Dia 06 às 19h
“Evolucionismo e Política de Civilização em Comemoração aos 200 anos do Nascimento de Charles Darwin” – a cargo do Prof. Dr. Edgard de Assis Carvalho
76º Fórum Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz – um Programa da UNESCO
Grande Auditório, entrada gratuita
Desde que Charles Darwin (1809-1882) publicou a Origem das espécies, em 1859, o homem viu sua superioridade questionada. Para Darwin, nós, humanos, não viemos do outro, de uma instância transcendente ou, ainda, de um desígnio divino incumbido de dar vida a qualquer tipo de matéria inerte. Viemos, isso sim, de nós mesmos, produto que somos de um processo evolutivo multimilenário que envolveu perdas e ganhos.
Em outras palavras, isso implica admitir que o homem, assim como a totalidade dos seres vivos, descende de algo preexistente menos organizado, mas, sobretudo comum. Essa idéia perturbadora, mesmo que tivesse sido questionada pelo pensamento conservador, religioso ou não, permitiu que a fronteira entre natureza e cultura fosse repensada e questionada.
Evoluímos como homens, inexoravelmente atados a uma origem primeva, e essa condição não nos torna superiores a nenhum outro homem. Os Humanos são nada mais do que animais que aprendem. Diante dessa constatação, é preciso estender o olhar para longe e perceber que, sob a diversidade das culturas, existe um árduo processo de busca de resposta para os enigmas das espécies. Por isso, a biblioteca universal da vida requer uma política da Terra fundada em reivindicações humanistas que articulem indivíduo, sociedade e cosmo, regenerem a sociedade-mundo, lutem pela consolidação de sistemas éticos altruístas, voltados para a consolidação da paz e da democracia.
Edgard de Assis Carvalho, professor titular do Departamento de Antropologia e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC de São Paulo. Doutor em Antropologia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro, Pós-Doutor pela Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales e Livre-Docente pela Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (Unesp). Coordena, na PUC-SP, o Núcleo de Estudos da Complexidade. Integra a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a Association Internationale pour la Pensée Complexe e a The Planetary Society. É coordenador para o Brasil da Cátedra Edgar Morin da Unesco. É autor, tradutor e organizador de inúmeras obras sobre o tema.
Dia 17, das 9 às 17h
Curso Breve: “Psicanálise e Psicoterapia” com a docente Radmila Zygouris
Grande Auditório, Informações e Inscrições: 11 – 3864-2330 / 3865-0017
CEP – Centro de Estudos Psicanalíticos
Tradução Consecutiva: Caterina Koltai
Radmila Zygouris
Psicanalista francesa de origem iugoslava. Foi membro da Escola Freudiana de Paris até sua dissolução por Lacan, em 1978. Durante esse período, foi co-fundadora de uma das mais interessantes revistas de psicanálise, a "L’ordinaire du Psychanalyste", publicada em Paris entre 1973 e 1978. Autora dos livros: “Ah! As Belas Lições”, 1995, “Pulsões de Vida”, 1999, “O Vínculo Inédito”, 2003, e “Nem Todos os Caminhos Levam a Roma”, 2006, todos pela editora escuta.
Programa:
A influência das “crenças” teóricas do psicanalista sobre a organização do discurso do paciente. Em que reside a especificidade da psicanálise? Práticas oficiais e práticas silenciosas.
Manhã:
- A contratransferência é anterior à transferência
- Construção da narrativa na análise. O paciente fala para ser ouvido
- Dois excessos: de um lado o discurso da vitimização, do outro a submissão dogmática
Tarde:
- Em que condições uma psicoterapia pode se tornar uma psicanálise ?
- O prazer de pensar
- O prazer em criar e brincar e a necessidade de separação
Dia 31, das 9 às 17h
V Fórum de Editoração – “Cotidiano e Teoria”
Pequeno Auditório, vagas limitadas (distribuição de senhas 30 minutos antes do início)
O Fórum de Editoração:
Seu objetivo é fomentar um espaço de encontro, reflexão e discussão entre o público acadêmico e os diversos profissionais da cadeia do livro e do mercado editorial. Para este fim, o evento propõe temas e debates de grande relevância para profissionais, pesquisadores e estudantes da área editorial, bem como de outras áreas afins.
O evento acontece anualmente, e tem duração de um dia. Consiste em quatro mesas de debate com temas distintos, mas integrados em um tema maior, que dá título ao evento. Os convidados são sempre importantes figuras do cenário editorial, atuantes no mercado, no ensino ou na pesquisa.
Convidados:
Maria José Rosolino, coordenadora do curso de Produção Editorial da Universidade Anhembi Morumbi
Dario Luis Borelli, docente do curso de Produção Editorial das Faculdades Integradas Rio Branco
Plínio Martins Filho, coordenador do curso de Editoração da ECA-USP
Rogério Gastaldo, gerente editorial da Editora Saraiva
Cristina Yamazaki, profissional formada em Editoração e com ampla experiência no mercado editorial
João Scortecci, diretor presidente do Grupo Editorial Scortecci.
O Programa:
Em 2009, o evento chega à sua quinta edição com o título de “Cotidiano e Teoria”. Desta vez, o tema central buscará colocar em pauta alguns aspectos do mercado editorial brasileiro com discussões irão abordar questões do cotidiano da profissão e até onde a teoria consegue ser posta em prática no dia a dia.
8h30/mesa 1 – Editor: Sabe o que faz ou faz o que sabe?
Nesta mesa pretendemos abordar as diferenças existentes entre o aprendizado acadêmico e a prática no dia a dia das editoras. Existem incoerências, quais são, por que elas ocorrem e o que pode ser feito para solucionar os problemas apresentados são alguns pontos que deverão ser contemplados.
11h/mesa 2 – Revendo o preconceito contra o marketing
A segunda mesa pretende promover um debate acerca do marketing editorial. Mesmo sendo alvo de muita discussão e crítica, ainda há muito o que entender sobre o assunto. Devemos priorizar questões importantes como a eficiência do marketing do livro no Brasil, seu real papel no incentivo à leitura, e o descompasso muitas vezes existente entre quem “elabora o produto” e quem faz sua divulgação.
13h30/mesa 3 – Políticas públicas para o livro e a liberdade editorial
Prosseguindo com o intuito de formar uma visão do mercado, iremos propor uma mesa sobre políticas públicas relacionadas ao livro no país. Já que o governo é o maior cliente no mercado editorial brasileiro, queremos discutir sobre a relação que se dá entre essas duas partes e compreender seus aspectos mais importantes.
15h30/mesa 4 – Tendências da editoração no Brasil
Para encerrar o V Fórum, acontecerá uma mesa redonda sobre as grandes tendências presentes no meio editorial, chamando a atenção para o que se tem feito, em termos de qualidade, criatividade, funcionalidade, e como o produto editorial está inserido no contexto dos desejos e necessidades do momento que vivemos.